Pare, olhe e escute!

Geléia

Igor Macagnan – Baixo

Tenho só a agradecer fazer parte dessa família, e sei que junto com essa galera vamos conseguir atingir nossos objetivos. Valeu!

Cheio de amigos e muito ligado à família, Igor Macagnan entrou no mundo da música ainda quando tudo parecia uma brincadeira de criança. Aos oito anos de idade a mãe dele teve a brilhante ideia de colocar o filho em uma aula de teclado para segundo ele mesmo “ajudar na concentração na escola”. Uma ótima ideia da Maju como é conhecida pelos meninos da Parada Obrigatória. “Na época escutava de tudo um pouco, mas basicamente meu gosto musical mais voltado ao Rock”, diz o baixista que foi vendo aos poucos o apelido de Geléia grudar em sua imagem e até hoje ele é assim chamado pelos amigos.
Mas as música, além de ajudar nos estudos, fez nascer naquele menino com sardas outras paixões e aos 15 ele decidiu montar, junto com alguns amigos, sua primeira banda, chamada PunKHeaD. Mas o tempo urge e os meninos amadurecem, então depois de alguns anos o nome da banda mudou para “Abutre Sem-Sei”. Dessa vez o CD demo já tinha 6 faixas e a música era mais pesada.
Depois de certo tempo tocando junto os integrantes decidiram desistir do Punk Rock principalmente porque o estilo de música, considerado agressivo para a região, não era bem assimilado e a banda não conseguia espaços para tocar. Assim, em 2004, a banda se desfez. Em 2006, Geléia entra para a banda Nêuroz onde começa a tocar baixo. “A banda não pensava profissionalmente, tocávamos o que queríamos e do jeito que gostávamos, misturando todas as influências que tínhamos e nossos gostos”, explica Geléia, mas ainda não era o som que ele queria tocar, ainda não…
Eis que em 2008 surge a banda Parada Obrigatória. “Conheci a banda através do single ‘Mais Uma Vez’ que tocava nas rádios da cidade, fiquei impressionado com a qualidade da composição e arranjos da música, fui então procurar a banda na internet e descobri que era uma banda aqui de Ijuí e que era composta por pessoas que eu já conhecia”. Geléia percebeu que a banda estava sem baixista e principalmente que tinha uma proposta de profissionalismo musical tocando Rock, o estilo de música que ele mais gostava. “Me ofereci para fazer um teste na banda e estou até hoje”.

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