Pare, olhe e escute!

John

Jonatan Raugust – Guitarra

“Quando eu o vi tocar, fazer solos, aqueles drives malucos, eu pensei: quero tocar guitarra!”

Um começo no mínimo estranho. Você que já escutou as músicas da Parada Obrigatória, viu os solos loucos do guitarrista John, consegue acreditar que ele começou a tocar porque queria participar de um grupo de pagode? Não? Mas é verdade e a fonte não é nenhuma revista de fofoca é o próprio John. “Minha vida como músico começou assim. Na época eu e meus primos queríamos montar um grupo de pagode. Um dia eles me olharam e disseram ‘John tu toca violão’”, explica ele que é também um dos principais responsáveis pelos arranjos das músicas da banda.

Mas tudo isso teve um ponto positivo. O pai de John resolveu ajudar ao filho no sonho de ser músico e resolveu comprar um violão para John. Contudo, para nossa sorte, pouco tempo depois John teve que mudar de cidade e o grupo de pagode não deu muito certo. “O nosso grupo de pagode acabou não rolando, graças a Deus, capaz brincadeira”.
Com o grupo de pagode terminado, mesmo antes do próprio início, e o violão jogado em um canto do quarto, ele decidiu começar a fazer aulas. Em pouco tempo descobriu que, na igreja que ficava localizada em frente à sua casa, um professor ministrava aulas de violão. “Comecei minhas aulas e um tempo depois me convidaram pra tocar em um congresso de jovens em Curitiba”, explica. “Nessa época tive muito contato com música o que foi muito bom. Eu ia a ensaios, ao coral e com isso eu aprendi muito”.
No congresso, em Curitiba, John escutou um guitarrista e enfim soube o que queria da música. “O cara tocava na banda principal desse congresso, detalhe ele tocava guitarra e eu nunca havia tocado, na real acho que ainda não sabia diferenciar uma guitarra de um contrabaixo, quando eu o vi tocar, fazer solos, aqueles drives malucos, eu pensei: quero tocar guitarra!”, o estrago estava feito. A partir daquele momento John iria se dedicar muito mais à música.
O guitarrista que fez John se encantar pelo instrumento ainda lhe mostrou um CD da banda Oficina G3, grande inspiração de John até hoje. “Acabei ganhando uma guitarra de aniversário de 15 anos, comprei umas cinqüenta revistas (Guitarplayer, Coverguitarra, etc.) e nunca mais abandonei o instrumento”.

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